Uma senhora, de oitenta anos, faz uma festa de aniversário. Ela, Maria Luíza e seu filho, Sudário, são os personagens principais do romance. Há uma espécie de comunicação sensitiva entre eles. O enredo segue a linha da vida.

Um Juiz Federal, de 60 anos, em férias, retorna à suja cidade natal, Paracatu -MG, e conta suas histórias ao seu neto que o acompanha nesta viagem. O juiz, é filho de um casal de negros quilombolas, mas foi adotado.

“Algodão Doce” é um romance infanto-juvenil, um drama social. Um acidente de trânsito desencadeia fatos e afeta a vida dos gêmeos órfãos de pai e mãe. Já na adolescência, a menina-moça faz-se confidente de um cachorro.

Um médico sanitarista, diretor de um Departamento no Ministério da Saúde está deixando seu trabalho. Ao sair da sala de trabalho dá um espirro e ouve a palavra “Saúde!” É o suficiente para ele reconhecer a namorada de infância e juventude que tornou sua grande rival.

A família de um médico famoso, especialista em sanitarismo e dengue muda-se de São Luiz para Brasília e nesse processo de mudança um de seus parentes morre por decorrência de dengue no Maranhão. Na cena do enterro, surge um romance infantil que é retomado 9 anos depois.

Menina Tatu é um conto infantojuvenil narrado por uma menina de nove anos, cuja família saiu de um bairro complicado na periferia de Brasília para ir morar em uma chácara nos arredores da capital.

Após um período de adaptação a família busca aproveitar a oportunidade de empreender trabalhando com agricultura orgânica e com a venda de produtos naturais.

Enquanto os pais se adaptam à vida do campo Ecila (Alice ao contrário) vive aventuras na natureza que a transformam na Menina Tatu.

Trata-se de um livro educativo e envolvente que pode ser lido individualmente, por crianças, adolescentes e adultos, ou em momentos de lazer entre pais e filhos.